sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

RALI DAKAR | Karginov evita virada de De Rooy e conquista pela primeira vez o Rali Dakar

Em sua terceira participação no Rali Dakar, o piloto russo Andrey Karginov já pode se orgulhar de ter conquistado a competição entre os caminhões. Líder do trio que também conta com Andrey Mokeev e Igor Devyatkin, o dono do 4326 levou a decisão para o último dia de prova, uma vez que a diferença para o trio segundo colocado, do holandês Gerard De Rooy, até a penúltima etapa era um pouco mais de sete minutos.

A conquista após o último dia de prova, nos 157 km entre La Serena e Valparaíso, foi a quinta em seis anos para a Kamaz. A vitória da 13ª etapa foi do Tatra de Ales Loprais, com o segundo lugar conquistado por Gerard De Rooy, Tom Colsoul e Darek Rodewald. Mesmo com a boa colocação final, o trio da Iveco não conseguiu tirar a desvantagem e ficou a apenas 3min 11seg de Karginov, sétimo colocado na final.

A categoria dos caminhões foi a que apresentou o melhor nível de disputa. Foram oito vencedores diferentes nas especiais, além do final ter 49 dos 71 veículos que largaram em Rosário no dia 5 de janeiro terminando a competição em Valparaíso.

Trio liderado por Gerard De Rooy ficou com o vice-campeonato.

Classificação na 13ª etapa La Serena-Valparaíso:

1º Loprais/Bruynkens/Pustejovsky (Tatra) – 2h17min37seg
2º De Rooy/Colsoul/Rodewald (Iveco) – 2h20min02seg
3º Nikolaev/Yakovlev/Rybakov (Kamaz) – 2h20min30seg
4º Stacey/Ruf/Der Kinderen (Iveco) – 2h21min59seg
5° Adua/Marco Alcayna/Torres (Iveco) – 2h22min02seg
6º Viazovich/Neviarovich/Haranin (MAZ) – 2h23min30seg
7º Karginov/Mokeev/Devyatkin (Kamaz) – 2h24min16seg
8º Sotnikov/Mizyukaev/Aferin (Kamaz) – 2h25min08seg
9º Vasilievski/Kazlouski/Zaparoschanka (MAZ) – 2h25min18seg
10º Shibalov/Amatych/Khisamiev (Kamaz) – 2h25min50seg
Classificação Final:
1º Karginov/Mokeev/Devyatkin – 55h00min28seg
2º De Rooy/Colsoul/Rodewald – 55h03min39seg
3º Nikolaev/Yakovlev/Rybakov – 56h35min20seg
4º Sotnikov/Mizyukaev/Aferin – 58h22min38seg
5º Shibalov/Amatych/Khisamiev – 59h37min53seg
6º Loprais/Bruynkens/Pustejovsky – 60h04min29seg
7º Stacey/Ruf/Der Kinderen – 60h15min25seg
8º Kuipers/Torrallardona/Van der Vaet – 61h31min36seg
9º Van Vliet/Pronk/Klein – 62h07min21seg
10º Vila Roca/Colomé Roqueta/Van Eerd – 62h54min03seg

Fonte: Brasil Caminhoneiro

VOLVO FH 16 750 | O Caminhão mais fotografados na última Fenatran

O motorzão chega bem perto da cavalagem de um caminhão de corrida da Fórmula Truck com seus 1.200 cv e 12 litros, mas tem mais litragens, ou seja, mais espaço até para ser muito mais potente. Enquanto os motores normais são de 9, 12 ou 13 litros, este pesadão tem um motor de 16 litros. O Volvo FH 16 750 cv, 8×4, que foi estrela cintilante na última Fenatran, é um caminhão superlativo que não foi feito para carregar cargas triviais. Ele puxa aquelas coisas imensas, cargas indivisíveis, e tem poder para arrastar até 250 toneladas. É um caminhão meticulosamente concebido para ser super. Tudo nele foi pensado para dar conta de cargas que um caminhão convencional não conseguiria carregar.

Portanto, não é um caminhão que você vai ver muito facilmente pelas estradas por este Brasil afora. Embora, quem verdadeiramente gosta de caminhões, certamente já o viu em muitas fotos por sites e revistas que tratam de transporte. Este produto especificamente foi, de longe, o mais fotografado na última Fenatran. Do chão ao teto o caminhão tem quase quatro metros de altura (precisamente 3,954 metros). É um gigante. Na boleia são 2,4 metros de altura, o que permite a qualquer jogador de basquete ficar em pé lá dentro e até dar uns pulinhos. O supercaminhãoé feito para, literalmente, pegar no pesado, mas não podemos chamá-lo de bruto. Robusto sim, bruto nunca. Tudo nele é pura sofisticação. Embarcar na boleia é como visitar a cabina de comando de um avião de grande porte.

Tivemos o privilégio de andar nesta máquina para poucos. A Volvo não vai, por enquanto, produzi-lo no Brasil. As vendas totais de caminhões assim, por aqui, não passam de 200 unidades por anos. Este modelo já tem dono. Diz a Volvo que vendeu meia dúzia para diferentes clientes. Custa um milhão de reias cada um. É quase três vezes o valor de um FH 460 convencional. Bem, não precisamos falar muito da tecnologia, né. Vamos direto às sensações de pilotar um gigante genuíno na mais cobiçada e lendária pista da América Latina: o autódromo de Interlagos, formalmente conhecido como Autódromo José Carlos Pace.

Saindo dos boxes a vontade é acelerar no retão, mas rapidamente já se alcança a temida curva dupla conhecida como “S do Senna” em declive. É bom moderar. Neste trecho muitos caminhões, com seus experientes pilotos, já saíram voando em etapas da Fórmula Truck. O FH 16 750 tem muita potência, esbanja força, contudo não foi desenvolvido para ser veloz. No seu dia-a-dia a velocidade média será sempre por volta dos 30 km/h. No modo automático (claro que não dá mais para pensar em caminhão assim com caixa de mudanças manual), você só tem que acelerar e curtir o “passeio”. Para sentir o motor, pisei mais forte, o giro sobe rápido e os cavalos do motor respondem instantaneamente botando a colossal estrutura em movimento.

Enquanto na Fórmula 1 os pilotos têm a sensação de raspar o traseiro no chão, em um caminhão assim, com apenas 50 km/h, há uma agradável impressão de voo (você fica mesmo nas alturas) ainda mais com um painel de comando munido com display e acessórios muito parecidos com os da aviação moderna. Na reta, pisando mais, a velocidade chega a muito rapidamente a 70 km/h. É o limite. Até passa disso, mas a partir daí é possível sentir que a reduzida relação de diferencial eleva violentamente o giro do motor.

Você nota que o giro sobe somente observando as informações no display. Com os vidros fechados, a cabina parece uma catedral com um silêncio sacrossanto. Na pequena descida provei a eficiência do dispositivo VEB, que é o freio auxiliar, e tem 580 cv de potência para segurar o ímpeto dos 750 cv do motor. Tem três estágios que são suficientes para segurar o caminhão, na descida, tranquilo, a 5 km/h. Tanta força serve para poupar os freios quando, na prática, este gigante estará rebocando cargas imensas que podem chegar facilmente a mais de 200 toneladas. Se na reta é difícil, se na subida é inacreditável, na descida, fiquem certos, chega mesmo a ser um milagre da tecnologia não se fazer uso dos freios convencionais quando se está puxando cargas tão assombrosamente pesadas.

Caminhoneiro bem informado sabe bem que caminhão moderno só usa freio se for mesmo para uma parada de emergência ou necessária. Para descer serra ou ladeiras, íngremes ou não, o certo é ativar o freio auxiliar. Um sutil toque na alavanca que fica posicionada ao lado direito do volante e, mágica, o caminhão reduz abruptamente a velocidade em 80%. Mais um toque, no segundo estágio, e a velocidade cai 90%.

No terceiro estágio o caminhão apenas faz, muito lento, o giro das rodas numa velocidade que não passa os 5 km/h. Isso, claro, não é prerrogativa deste Volvo. Tem em todos os extrapesados novos. Mas, para este veículo especial, este dispositivo precisa de muita força. Afinal de contas, descer uma serra com 200 toneladas no lombo não é tarefa para um caminhão normal, mas apenas para um supercaminhão.


Fonte: Mauro Cassane


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

ACIDENTE | Envolvendo 4 veículos

Acidente ocorrido dia 13/01/2014, na BR-101, em Biguaçu, às 17h, envolvendo quatro veículos.

Muito impressionante, clique aqui e assista!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

CURIOSIDADE | Já se perguntou como funcionam algumas coisas? Seguem 5 Gifs esclarecedores!

Existem aquelas coisas que nem pensamos em como devem ser complexos os passos que acontecem para a função acontecer: já que não dependem de nós, às vezes nem refletimos sobre. E mesmo que pensássemos, não tínhamos muitas maneiras de realmente saber como funcionavam. Mas com essa ferramenta maravilhosa que é a internet e essa mídia patinho feio, mas muito útil que são os gifs, hoje podemos! 

Seguem alguns gifs ilustrando como são realizadas certas tarefas que talvez vão te surpreender!

Como uma pistola dispara, Como uma chave abre uma fechadura? 

Veja essa e outras curiosidades clicando aqui

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

ASTRONAUTAS | Inscrições para viagem a Marte estão encerradas

A Mars One é uma iniciativa liderada pelo cientista holandês Bas Lansdorp.

"Toda a atenção da imprensa em torno do prazo final fez aumentar drasticamente a procura por inscrições, especialmente da Índia", disse a organização, em nota.

Até o dia 21 de agosto, a página do projeto na internet informava mais de 165 mil inscritos de mais de 140 países para apenas 24 vagas.

Os EUA estão no topo da lista de países com maior número de inscritos, com 23% de todas as inscrições, seguidos da China, Brasil, Índia, Rússia, Reino Unido, México, Canadá, Espanha e Filipinas", diz a nota no site da Mars One.

Os candidatos que decidem se inscrever pagam uma taxa que, de acordo com os organizadores do Mars One, ajudará a financiar o custo do projeto, orçado em US$ 6 bilhões (ou quase R$ 14 bilhões).

O valor da inscrição, que só pode ser feita por quem tem 18 anos ou mais, varia de acordo com o país. Nos EUA a taxa é de US$ 38. No Brasil o valor é menor - US$ 13 (ou aproximadamente R$ 30).

Os valores são justificados, assim como doações aceitas, para financiar os quase R$ 14 bilhões descritos como necessários para construir as estações para habitação em Marte, além de financiar o custo da própria viagem, que de acordo com o site da missão, levará sete meses e será 'o próximo grande passo da humanidade'.

Seleção
Os futuros astronautas da missão serão escolhidos em 4 etapas. Na primeira, a seleção é feita com base no currículo, carta de intenção e vídeo enviado pelo candidato. Na segunda fase, os candidatos devem apresentar atestado médico e físico e se encontrarão com comitês regionais da missão para entrevistas.

Na terceira etapa, o processo passa para o nível nacional, de onde sairá um candidato por país selecionado. Essa etapa será transmitida pela TV e internet em cada país participante e o público desses países decidirá o próprio representante dentre um grupo de 20 a 40 candidatos por nação.

Na etapa final, os candidatos restantes, que precisam se comunicar bem em inglês, participarão de um evento transmitido pela TV em todos os países participantes para selecionar apenas 24 astronautas.
A primeira partida está prevista para o segundo semestre de 2022, e chegará ao planeta sete meses depois, já em 2023.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

PNEUS | Michelin comemora ano com recorde de vendas e projeta crescer 10% em 2014

Não foram apenas as fabricantes de caminhões que colheram resultados positivos em 2013. A Michelin revelou nesta terça-feira uma marca importante alcançada neste ano pela empresa: mais de um milhão de pneus vendidos no ano. O volume representa um crescimento total de 23% em relação ao ano passado, tanto para o mercado de primeiro equipamento quanto o de reposição.

“O PIB agrícola nos ajudou muito a chegar neste número”, afirma Feliciano Almeida, diretor de Marketing e Vendas de pneus de ônibus e caminhão da Michelin para América do Sul. Como já era plano da companhia, nos próximos 5 anos, serão renovados 85% da linha de pneus para transporte rodoviário, urbano e misto no transporte de carga e passageiros, sendo que o X Multi D, um pneu desenvolvido para o eixo trativo, estará disponível no primeiro semestre de 2014. “Ele oferece até 10% de ganho no rendimento quilométrico, além de mais economia, força, segurança e conforto para o transportador”, explica Isabella Ferraz, gerente de Marketing de pneus de ônibus e caminhão da Michelin.

Com o reforço do novo produto e apoiado no mercado de recapagem, a Michelin espera crescer cerca de 10% em 2014. Número bastante otimista, uma vez que a própria empresa acredita que o próximo ano deve apresentar crescimento mais tímido, de cerca de até 3%.

Ao lado de China e Índia, o Brasil é um dos mercados mais importantes para a empresa no momento. Para manter o crescimento aqui, haverá investimentos na fábrica de Campo Grande (RJ). “Até o fim de 2014, ampliaremos em 30% a capacidade de produção da unidade industrial de Campo Grande no Rio de Janeiro”, revelou Feliciano Almeida.

Fonte: Portal Brasil Caminhoneiro